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NA FRONTEIRA: Primeiras fundações marcam o início da ponte binacional entre Brasil e Bolívia

Construção da estrutura binacional sobre o Rio Mamoré deve aquecer a economia local e criar oportunidades de trabalho na região de fronteira

Redação
Por: Redação Fonte: Rondoniaovivo
18/03/2026 às 17h19
NA FRONTEIRA: Primeiras fundações marcam o início da ponte binacional entre Brasil e Bolívia
FOTO: REPRODUÇÃO

A instalação do canteiro de obras marcou o início da construção das primeiras bases da ponte binacional que ligará Guajará-Mirim, em Rondônia, à cidade boliviana de Guayaramerín. A informação foi confirmada pelo engenheiro André Santos, superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) em Rondônia.

De acordo com o órgão federal, a implantação da estrutura de apoio representa o início efetivo da obra e permitirá a execução das primeiras fundações da ponte, que será construída sobre o Rio Mamoré. O empreendimento terá mais de um quilômetro de extensão e deve se tornar um novo corredor de integração entre Brasil e Bolívia.

Segundo o DNIT, a ponte binacional é considerada estratégica para a logística da região Norte. A expectativa é que a ligação permanente substitua a atual travessia feita por embarcações, garantindo maior fluidez no transporte de pessoas e mercadorias entre os dois países.

A obra também tem potencial para ampliar o comércio internacional, facilitar o escoamento da produção regional e fortalecer a integração econômica na faixa de fronteira amazônica.
 
Para o superintendente André Santos, a implantação do canteiro representa o passo concreto de um projeto aguardado há décadas pela população local. A expectativa é que, com o avanço das etapas de engenharia, a obra impulsione um novo ciclo de desenvolvimento para Guajará-Mirim e para toda a região fronteiriça.
 
A ponte binacional entre Guajará-Mirim e Guayaramerín é considerada uma das principais obras de infraestrutura previstas para a fronteira entre Brasil e Bolívia, com impacto direto na mobilidade, no turismo e na atividade comercial da Amazônia Ocidental. A obra é realizada pelo governo federal com recursos do Novo PAC.

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