
A Polícia Militar registrou, na madrugada desta segunda-feira (13), um homicídio no residencial Orgulho do Madeira, bairro Socialista, zona Leste de Porto Velho. A vítima foi identificada como M., de 44 anos, conhecido como "Maiquinho", que morreu ainda no local após ser atingido por disparos de arma de fogo.
Conforme apurou o Portal Diário de Rondônia, moradores acionaram o Centro Integrado de Operações Policiais (CIOP) depois de ouvirem uma sequência de tiros na região. Quando as equipes chegaram ao endereço indicado, encontraram o homem caído na calçada, sem sinais vitais.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamada para prestar socorro, porém apenas confirmou o óbito.
Durante os primeiros levantamentos, uma testemunha informou aos policiais que um GM Onix branco, com danos na parte dianteira, estacionou nas proximidades poucos instantes antes do crime. Segundo o relato, um ocupante desceu do veículo, caminhou até a vítima e, antes de atirar, teria dito: "Vai morrer, vai morrer.". Em seguida, voltou para o automóvel, que deixou o local rapidamente.
A Perícia Técnico-Científica realizou os procedimentos no local e recolheu quatro cápsulas deflagradas, aparentemente de calibre 9 milímetros, que serão analisadas durante a investigação.
Enquanto as diligências ainda estavam em andamento, policiais militares localizaram um veículo com as mesmas características informadas pela testemunha. O carro foi encontrado nas proximidades do Residencial Porto Madero, onde passou por exames periciais antes de ser encaminhado pelas autoridades.
Após a conclusão dos trabalhos da perícia, o corpo foi removido ao Instituto Médico Legal (IML). Os objetos pessoais da vítima foram entregues a um familiar, enquanto o telefone celular permaneceu apreendido por poder auxiliar na identificação dos envolvidos.
O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) ficará responsável pelas investigações, que buscam esclarecer a autoria, a motivação do assassinato e a possível participação de outras pessoas no crime. Até o momento, nenhum suspeito havia sido preso.