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Casal de 75 e 76 anos é encontrado morto; diarista é presa após investigação

Investigação aponta que vítimas foram dopadas antes do crime; Polícia Civil apura todos os detalhes do caso.

Redação
Por: Redação Fonte: Portal Diário de Rondônia
03/07/2026 às 14h21 Atualizada em 03/07/2026 às 14h59
Casal de 75 e 76 anos é encontrado morto; diarista é presa após investigação
Foto: Reprodução

A diarista Paola Stefany N. C., de 30 anos, foi presa na quinta-feira (2), suspeita de matar o advogado Cláudio A. I., de 75 anos, e a empresária Maria Clotilde M. M. A. I., de 76, em um condomínio no bairro Gutierrez, em Belo Horizonte (MG). (VEJA O VÍDEO)

Segundo a Polícia Civil, o casal foi encontrado morto no apartamento onde morava após familiares estranharem a falta de contato. Durante as investigações, imagens de câmeras de segurança registraram a suspeita entrando no prédio e, posteriormente, deixando o local carregando sacolas e usando roupas diferentes das que vestia ao chegar.

Após ser presa em um quarto de hotel, onde estava acompanhada do filho de seis anos, a mulher confessou o crime em depoimento. Conforme a investigação, ela afirmou que não teria ido ao imóvel com a intenção de cometer um roubo, mas decidiu levar objetos de valor após o ocorrido.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, a suspeita relatou ter misturado quatro comprimidos de clonazepam em um suco servido ao casal. Exames toxicológicos confirmaram a presença da substância no organismo das vítimas.

A investigação também aponta que o casal foi atacado com uma faca da própria residência. O sobrinho relata que foram 60 golpes ao todo, sendo 43 no tio e 17 na tia. Após o crime, a suspeita teria levado relógios, joias, celulares e outros objetos de valor, que posteriormente foram vendidos na região central da capital mineira.

Nesta sexta-feira (3), a Polícia Civil informou ainda que a diarista teria utilizado um cartão de crédito pertencente às vítimas após o crime. Segundo o delegado responsável pelo caso, um comerciante procurou a polícia e relatou que a mulher utilizou o cartão em uma negociação de aproximadamente R$ 4 mil, recebendo parte do valor em dinheiro e outra parte por transferência via Pix.

A polícia também apura a participação de um motorista que teria levado a mulher embora após o crime.

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